Transtorno do Espectro Autista nível 1 de Suporte

Transtorno do Espectro Autista nível 1 de Suporte

O que é o TEA nível 1 de suporte?

Quando abordamos o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e as suas características diagnósticas, bem como os seus sintomas, é necessário também abordar a respeito dos níveis de suporte presente neste transtorno do neurodesenvolvimento. O nível 1 exige um suporte leve, o nível 2 um suporte substancial, ou seja, moderado e o nível 3 um suporte muito substancial, ou seja, severo.

O que é o Transtorno do Espectro Autista do nível 1 de suporte e suas Características

Características do nível 1 de suporte

O nível 1 de suporte é considerado um suporte leve, porque a pessoa costuma ter mais autonomia no seu dia a dia. Em determinados casos, os “sinais” podem passar despercebidos, já que ela aprende, de forma involuntária, a “suavizar” algumas características como: a preferência por rotina e previsibilidade, pensamento mais rígido, resistência para iniciar interações sociais, dificuldade em manter o contato visual e o costume de ser mais centradas em seus próprios interesses.

Impactos na infância e no desenvolvimento social

No caso das crianças, quando não recebem o suporte adequado, podem surgir dificuldades para iniciar e manter interações sociais, fazer amizades, manter uma conversa, lidar com as mudanças de atividades e desenvolver organização e planejamento, obtendo como consequência o impacto na sua autonomia.

Impactos na infância e no desenvolvimento social

Sinais do TEA nível 1

Já os sinais podem surgir em diferentes áreas como na comunicação, causando dificuldade para se expressar, conversar ou usar palavras de forma adequada, na socialização, dificuldade em fazer amigos, iniciar e manter conversas, bem como o contato visual, comportamentos demonstrando mais comportamentos repetitivos e restritivos e/ou uma fixação por determinados assuntos ou objetos.

A importância do tratamento multidisciplinar

O tratamento mesmo o nível de suporte leve, também conta com a equipe multidisciplinar, incluindo o acompanhamento psicológico. A informação, o acolhimento e o suporte adequado, fazem toda a diferença no desenvolvimento da criança e na qualidade de vida da pessoa com o diagnóstico de TEA.

Psicóloga Bia Morais

Autor

Autoria editorial: Conteúdo desenvolvido para o site da Psicóloga Bia Morais, com atuação em ansiedade, TEPT, regulação emocional e abordagens cognitivo-comportamentais contemporâneas (TCC, ACT e DBT).
Revisão técnica: profissional com formação em DBT e experiência em manejo de risco e autolesão, com prática clínica baseada em evidências.

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